Titulo Original: Shame
Ano: 2011
Realizador: Steve Mcqueen
Atores: Michael Fassbender, Carey Mulligan, James Badge Dale
Classificação IMDb: 7.9/10
Fiquei interessada em ver este filme no momento em que ouvi falar do mesmo. Isto, porque até Julho de 2011, nunca tinha ouvido ou lido o nome de Michael Fassbender, e depois, no espaço de 2 meses, vi 3 filmes com este senhor! (“X-Men: First Class”, “Eden Lake” e “A Dangerous Method”) E gostei de o ver em todos eles. Quando vi que Fassbender estava nomeado para o Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator em Filme de Drama, fiquei mais curiosa ainda. E depois de ouvir George Clooney, no seu discurso de aceitação do Globo de Ouro mencionar o nu frontal de Fassbender e dizer que este podia jogar golfe com ambas as mãos atrás das costas, fiquei mais curiosa ainda! Haha! (Para aqueles que não viram, sim, o George Clooney disse mesmo isto, nos Globos de Ouro, em direto, para milhões de pessoas.)
Então, lá fui eu ver o dito filme, o Michael Fassbender, e o seu “dito cujo”. Sim, durante os primeiros 5 minutos do filme podemos ver o “material” de Fassbender à vontade e de vários ângulos, deitado, em pé, de frente, de lado, de costas… Não vou comentar este assunto e não vou dizer se George Clooney tinha razão ou não… Guardo a minha opinião sobre este assunto para mim. (hehe!)
Bem, passemos a coisas sérias, o filme. Achei o filme muito ousado, “cru” e chocante. O que adorei! O filme está classificado para maiores de 18 anos, o que faz todo o sentido, principalmente devido às cenas de sexo, que são, bastante explícitas. Não contasse o filme a história de um viciado em sexo e pornografia. A história é bem e explícitamente contada. E Fassbender oferece-nos uma interpretação extraordinária. Acho uma vergonha não ter recebido uma nomeação para o Oscar. Acho que a merecia mais do que George Clooney.
Todos os outros personagens e respetivas interpretações se tornam aparentemente fracas e desinteressantes perante o personagem principal.
Gostei de ver algo diferente. Aconselho o filme, mas mesmo apenas a maiores de 18 anos.
segunda-feira, 12 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Extremamente Alto, Incrivelmente Perto
Titulo Original: Extremely Loud & Incredibly Close
Ano: 2011
Realizador: Stephen Daldry
Atores: Thomas Horn, Tom Hanks, Sandra Bullock, Max Von Sydow
Classificação IMDb: 6.6/10
Bem, os poucos que seguem este meu cantinho sabem (e quem não sabe pode confirmar rapidamente), que o meu primeiríssimo post neste blog, no dia 27 de Outubro de 2011, foi o trailer deste filme! Pois é... Finalmente vi este filme... E tenho a dizer que ADOREI!
Para já, mesmo antes de ver o filme, fiquei felicíssima pela sua nomeação para o Oscar de melhor filme. Se merecia o Oscar? Continuo a preferir "As Serviçais". Mas a nomeação, acho que mereceu.
Estou muito satisfeita e nada desiludida. Acho que o filme conta uma história fantástica e as interpretações estão perfeitas. Todas elas. O pequeno Thomas Horn surpreendeu-me com tanto talento neste seu primeiro filme! Sim, é verdade, este foi o primeiro filme em que Thomas Horn participou. Max Von Sydow teve a justa nomeação para o Oscar de Melhor Ator Secundário. A sua performance é sólida e sem qualquer falha. Apenas a achei curta, acho que o personagem de Max Von Sydow merecia mais algum tempo no ecrã. Bem, para quem não sabe, o Tom Hanks é o meu ator preferido, acho-o fantástico e acho-o o melhor ator de todos os tempos... E últimamente tenho tido pena porque acho que ele não tem tido desafios à sua altura. Acho que ele pode fazer muito, mas muito mais do que tem feito últimamente. Vou continuar à espera do seu regresso em grande! Mas dito isto, acho, que também Tom Hanks está perfeito e faz tudo o que podia ser feito com o personagem que lhe foi atribuido. Sandra Bullock a mesma coisa. Não é das minhas preferidas, mas neste filme também não desilude.
Este filme tocou-me o coração. É triste de tantas maneiras. Mas é também uma lição de vida.
Aconselho.
Ano: 2011
Realizador: Stephen Daldry
Atores: Thomas Horn, Tom Hanks, Sandra Bullock, Max Von Sydow
Classificação IMDb: 6.6/10
Bem, os poucos que seguem este meu cantinho sabem (e quem não sabe pode confirmar rapidamente), que o meu primeiríssimo post neste blog, no dia 27 de Outubro de 2011, foi o trailer deste filme! Pois é... Finalmente vi este filme... E tenho a dizer que ADOREI!
Para já, mesmo antes de ver o filme, fiquei felicíssima pela sua nomeação para o Oscar de melhor filme. Se merecia o Oscar? Continuo a preferir "As Serviçais". Mas a nomeação, acho que mereceu.
Estou muito satisfeita e nada desiludida. Acho que o filme conta uma história fantástica e as interpretações estão perfeitas. Todas elas. O pequeno Thomas Horn surpreendeu-me com tanto talento neste seu primeiro filme! Sim, é verdade, este foi o primeiro filme em que Thomas Horn participou. Max Von Sydow teve a justa nomeação para o Oscar de Melhor Ator Secundário. A sua performance é sólida e sem qualquer falha. Apenas a achei curta, acho que o personagem de Max Von Sydow merecia mais algum tempo no ecrã. Bem, para quem não sabe, o Tom Hanks é o meu ator preferido, acho-o fantástico e acho-o o melhor ator de todos os tempos... E últimamente tenho tido pena porque acho que ele não tem tido desafios à sua altura. Acho que ele pode fazer muito, mas muito mais do que tem feito últimamente. Vou continuar à espera do seu regresso em grande! Mas dito isto, acho, que também Tom Hanks está perfeito e faz tudo o que podia ser feito com o personagem que lhe foi atribuido. Sandra Bullock a mesma coisa. Não é das minhas preferidas, mas neste filme também não desilude.
Este filme tocou-me o coração. É triste de tantas maneiras. Mas é também uma lição de vida.
Aconselho.
domingo, 4 de março de 2012
A Invenção De Hugo
Titulo Original: Hugo
Ano: 2011
Realizador: Martin Scorsese
Atores: Asa Butterfield, Chloe Grace Moretz, Ben Kingsley
Classificação IMDb: 8.0/10
Estava muito entusiamada com este filme, e sinceramente fiquei um pouco desiludida. A história é interessante, mas estava à espera de algo mais intenso. As interpretações estão boas, mas estava à espera que estivessem ainda melhores. O 3D e efeitos visuais, estão muito bons também, mas não foi o melhor que já vi…
Enfim, achei o filme um pouco “vazio”, com potencial para ser algo muito maior.
De qualquer maneira, foi muito bom ver Martin Scorsese dar-nos a ver algo diferente do que já nos habituou.
Escrevi pouquinho, mas sinceramente não sei o que escrever mais. Este filme não me inspira a escrever mais do que isto.
Ano: 2011
Realizador: Martin Scorsese
Atores: Asa Butterfield, Chloe Grace Moretz, Ben Kingsley
Classificação IMDb: 8.0/10
Estava muito entusiamada com este filme, e sinceramente fiquei um pouco desiludida. A história é interessante, mas estava à espera de algo mais intenso. As interpretações estão boas, mas estava à espera que estivessem ainda melhores. O 3D e efeitos visuais, estão muito bons também, mas não foi o melhor que já vi…
Enfim, achei o filme um pouco “vazio”, com potencial para ser algo muito maior.
De qualquer maneira, foi muito bom ver Martin Scorsese dar-nos a ver algo diferente do que já nos habituou.
Escrevi pouquinho, mas sinceramente não sei o que escrever mais. Este filme não me inspira a escrever mais do que isto.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
And the Oscar goes to ...
PARABÉNS AOS VENCEDORES!!!
Lista completa dos vencedores:
Melhor filme: O Artista
Melhor realizador: Michel Hazanavicius (O Artista)
Melhor ator: Jean Dujardin (O Artista)
Melhor atriz: Meryl Streep (A Dama de Ferro)
Melhor actor secundário: Christopher Plummer (Assim É o Amor)
Melhor actriz secundária: Octavia Spencer (As Serviçais)
Melhor filme estrangeiro: Uma Separação (Irão)
Melhor filme de animação: Rango
Melhor argumento original: Woody Allen (Meia-Noite em Paris)
Melhor argumento adaptado: Alexander Payne, Nat Faxon, Jim Rash (Os Descendentes)
Melhor fotografia: A Invenção de Hugo
Melhor caracterização: A Dama de Ferro
Melhor direcção artística: A Invenção de Hugo
Melhor guarda-roupa: O Artista
Melhor sonoplastia: A Invenção de Hugo
Melhor montagem: Millennium 1 – Os Homens Que Odeiam As Mulheres
Melhores efeitos visuais: A Invenção de Hugo
Melhores efeitos sonoros: A Invenção de Hugo
Melhor documentário: Undefeated
Melhor documentário em curta-metragem: Saving Face
Melhor curta-metragem: The Shore
Melhor curta-metragem de animação: The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore
Melhor canção original: “Man or Muppet”, Bret McKenzie (Os Marretas)
Melhor orquestração: O Artista
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
As Serviçais
Titulo Original: The Help
Ano: 2011
Realizador: Tate Taylor
Classificação IMDb: 8.0/10
De tempos a tempos aparece um filme que, para nós (ou neste caso para mim), é completo, tem tudo. “As Serviçais” para mim foi um desses filmes. Aqueceu-me o coração.
Há pouco mais de um ano, estive com o livro na mão, a história interessou-me, e pensei em comprá-lo, mas quando me lembrei do monte de livros que tinha (e tenho) em casa para ler, desisti da ideia. Meses mais tarde, soube que ia sair o filme, voltei a pensar em comprar o livro. Mas como na altura andava (e ainda ando) sem tempo para ler, acabei por desistir definitivamente da ideia de ler o livro. E resolvi esperar pelo filme.
Há pouco mais de um ano, estive com o livro na mão, a história interessou-me, e pensei em comprá-lo, mas quando me lembrei do monte de livros que tinha (e tenho) em casa para ler, desisti da ideia. Meses mais tarde, soube que ia sair o filme, voltei a pensar em comprar o livro. Mas como na altura andava (e ainda ando) sem tempo para ler, acabei por desistir definitivamente da ideia de ler o livro. E resolvi esperar pelo filme.
Adorei o filme. Adorei. Uma história lindíssima sobre o racismo, e a força que os negros tiveram que ter para o superar e o quanto sofreram até conseguir. Um filme daqueles que me levou às lágrimas várias vezes. As interpretações, são fantásticas, Viola Davis, Octavia Spencer e Jessica Chastain estão perfeitas e merecem as respetivas nomeações para os Oscares.
Bem, se fosse eu a decidir qual o filme que deveria ganhar o Oscar de melhor filme, apesar de ainda não ter visto todos os nomeados, daqueles que já vi, o meu voto iria para este filme.
Aconselho a toda a gente, acredito que não desiludirá ninguém.
Bem, se fosse eu a decidir qual o filme que deveria ganhar o Oscar de melhor filme, apesar de ainda não ter visto todos os nomeados, daqueles que já vi, o meu voto iria para este filme.
Aconselho a toda a gente, acredito que não desiludirá ninguém.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Paranóia
Titulo Original: Disturbia
Ano: 2007
Realizador: D.J. Caruso
Classificação IMDb: 6.9/10
“Disturbia” é um filme com uma hora e 45 minutos, mas na minha opinião mais valia ter apenas 45 minutos. A primeira hora, é muito entediante e repetitiva. Depois da primeira hora passar, o filme acontece nos 45 minutos seguintes. A história deste filme já está bastante explorada e “gasta”, mas mesmo assim, acho que poderiam ter feito melhor com o material que tinham e ter explorado melhor a “paranóia” do personagem principal. As interpretações, tal como tudo o resto, estão aceitáveis, mas apenas isso.
No geral, achei “Disturbia” um filme vazio e sem grande interesse.
Deixa-me Entrar
Titulo Original: Let Me In
Ano: 2010
Realizador: Matt Reeves
Classificação IMDb: 7.2/10
Não sou grande adepta de filmes de vampiros, mas há muito tempo que queria ver este em particular. A história e a crítica interessou-me. Uma curiosidade engraçada acerca deste filme é que é um remake do filme sueco “Let The Right One In” de 2008.
“Let Me In” conta-nos a história de Owen, um solitário e inadaptado rapaz de 12 anos sem amigos e sem amor em casa. Até que conhece a sua nova vizinha Abby, uma misteriosa menina de 12 anos que aparenta ser tão solitária quanto ele. Owen acredita que finalmente encontrou uma amiga, mas em breve irá descobrir que Abby esconde um terrível e obscuro segredo, Abby é uma vampira.
Apesar de se centrar na amizade de duas crianças, este filme é muito obscuro e triste. Neste filme os vampiros são representados “à moda antiga” como os conhecemos desde sempre. Sem as “modernices” e invenções dos filmes e séries de hoje em dia. O que acredito que agradará aos fãs do género. (eu pessoalmente já me tinha esquecido que as lendas originais ditam que os vampiros não se podem expôr à luz do sol!)
O filme é um pouco parado e muito escuro (pois Abby só aparece de noite), e embora não tenha muito andamento, as cenas de ação e suspense são bastante violentas e inquietantes, capazes de disparar com a nossa adrenalina!
Eu gostei e aconselho!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Masters Of Horror: Imprint
Titulo Original: Imprint
Ano: 2006
Realizador: Takashi Miike
Classificação IMDb: 7.0/10
Há uns tempos atrás vi um episódio de “Masters Of Horror” por acaso. E por acaso descobri que estava errada em pensar que era uma série como as outras. Descobri que cada episódio é um filme de 60 minutos de um realizador diferente. Ou seja, não tenho que a seguir. Se me apetecer ver o episódio/filme, vejo e não ficam “pontas” soltas, porque é um filme independente. Ora, logo a seguir fui para o IMDb informar-me sobre a série e os episódios/filmes que valeriam a pena ver. Foi então que li sobre o episódio/filme nº 13 da primeira temporada: “Imprint”. Li que este filme realizado por um muito conhecido realizador japonês de nome Takashi Miike, tinha sido banido dos EUA e que o canal que transmitia a série se recusou a passar este episódio, tudo isto por ser “demasiado extremo”. Bem, não sou grande adepta de terror e violência, mas tenho que admitir que fiquei curiosa… Então, quando vi que “Imprint” ia passar no canal MOV, decidi no exacto momento que iria ver. E assim foi. Não sou adepta de filmes de terror, nem de cinema japonês. Gostei deste filme, tem uma história interessante e uma boa caraterização dos personagens. Mas as interpretações dos mesmos, são, na minha opinião, muito más! O filme, como mencionei acima tem apenas 60 minutos, portanto a história é muito breve. Agora as “tais” cenas violentas… Sim, são muito más. Existe uma cena de tortura com agulhas nas unhas e na boca que realmente custa mesmo muito a ver… Eu pensei que não aguentava. É realmente extrema. Vemos também ser feito um aborto de um feto já muito desenvolvido. Também não é uma cena agradável. Existem outras cenas extremas e difíceis. A história é bastante assustadora, sombria, e no final, um pouco triste. A quem gosta do género, aconselho “Imprint”.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
O Panda Do Kung Fu 2
Titulo Original: Kung Fu Panda 2
Ano: 2011
Realizador: Jennifer Yuh
Atores (Vozes): Jack Black, Angelina Jolie, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Gary Oldman, Jackie Chan, Seth Rogen, Jean-Claude Van Damme
Classificação IMDb: 7.4/10
Adorei o primeiro filme “ O Panda Do Kung Fu”! A seguir à trilogia “Toy Story” é o filme de animação 3D de que mais gosto. Mas confesso que não tinha muita vontade, nem curiosidade de ver este segundo filme. Mas, como adoro filmes de animação, e este filme está nomeado para o Oscar de melhor filme de animação, achei que esta era a altura certa para o ver. Não concordo com algumas críticas que li que dizem que este filme é melhor do que o primeiro, isso não concordo mesmo. O primeiro filme, fascinou-me e surpreendeu-me. Mas achei “O Panda Do Kung Fu 2” a sequela perfeita! A história é interessante, as cenas de ação estão perfeitas e os personagens continuam super divertidos! O vilão deste filme, o pavão Shen, está o máximo! Adorei!
Sinceramente, neste segundo filme aconteceu-me a mesma coisa que já me tinha acontecido no primeiro, o personagem principal, o simpático Panda, é o personagem do filme de que menos gosto… Mas acredito que seja normal, não me posso esquecer que este filme é direcionado para crianças. E acredito que o Panda faça as “delícias” dos pequeninos!
Gostei muito, e espero que ganhe o Oscar para o qual está nomeado!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O Artista
Titulo Original: The Artist
Ano: 2011
Realizador: Michel Hazanavicius
Classificação IMDb: 8.4/10
Este foi o meu primeiro filme mudo e acredito que vá ser o primeiro filme mudo de muita gente. (Sim, para quem não sabe, este filme, é mudo.) Foi uma experiência diferente e um poco estranha, mas nada, nada desagradável. É claro que foi estranho, parece que puseram o filme em modo "mute" e uma orquestra a tocar atrás de nós. Vemos as pessoas a falarem, o cão a ladrar, os carros a andarem, mas não ouvimos nada disso, apenas música. Ah! E é a preto e branco! (Mais uma vez para quem não sabe.)
Agora, em relação ao filme, gostei muito. Mas do que gostei mesmo foi das interpretações fantásticas de Jean Dujardin e de Bérénice Bejo. Sem ouvirmos uma palavra dita por eles, conseguimos sentir e perceber todas as suas emoções e sentimentos. Ambas as interpretações são dignas do Oscar (na minha humilde opinião). Os dois personagens são fantásticos, mas confesso que me "apaixonei" pela personagem de Bérénice Bejo: "Peppy Miller". É simplesmente adorável. Tenho também que mencionar o cão Uggie, que já tem ficha no IMDb e já conta com alguns filmes na sua filmografia. Uggie é fantástico e põe-nos um sorriso nos lábios sempre que aparece no ecrã.
Na minha postagem anterior sobre o filme “Os Descendentes”, escrevi que depois de ver “O Artista”, daria a minha opinião sobre qual destes dois filmes deveria ganhar os principais Oscares para os quais estão nomeados (uma vez que se diz que são os principais candidatos). Bem, na minha humilde opinião, preferi “O Artista” a “Os Descendentes”. E Preferi a interpretação de Jean Dujardin em “O Artista” à interpretação de George Clooney em “Os Descendentes”.
“O Artista” foi uma nova e agradável experiência, é sempre bom experimentar algo novo (ou antigo, como quiserem) e diferente, mas, fico muito feliz por hoje em dia existirem filmes a cores e com som!
“O Artista” foi uma nova e agradável experiência, é sempre bom experimentar algo novo (ou antigo, como quiserem) e diferente, mas, fico muito feliz por hoje em dia existirem filmes a cores e com som!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Os Descencentes
Titulo Original: The Descendents
Ano: 2011
Realizador: Alexander Payne
Classificação IMDb: 7.7/10
Confesso que tinha grandes expetativas em relação a este filme. Era mesmo um dos filmes que mais me despertava a curiosidade. Mas, talvez por ter as expetativas demasiado altas, este filme não lhes correspondeu. Estava à espera de algo, talvez mais emotivo, não sei. Eu própria também não sei, mas sei que estava à espera de algo mais. Atenção, com isto não estou a dizer que o filme é mau! Porque não é! Nada mesmo! Apenas não vai de encontro ao que eu estava à espera. Mas achei o filme muito bom, muito interessante, os personagens estão muito bem construídos. E George Clooney, está de fato, no seu melhor na pele de Matt King. As críticas não mentem. Tem uma interpretação muito sólida, coerente e credível. E Shailene Woodley, que interpreta a sua filha mais velha, Alexandra King, surpreendeu-me a mim e acredito que não só com a sua interpretação. Além de ser lindíssima! Acredito que esta jovem atriz ainda irá dar muito que falar. O filme conta uma história muito triste de uma maneira muito leve e em momentos até divertida. Aconselho, mas, sem expetativas altíssimas como as que eu tinha.
Se na minha opinião é merecedor dos Oscares para os quais está nomeado? Preciso de ver “O Artista” primeiro!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A Minha Semana Com Marilyn
Titulo Original: My Week With Marilyn
Ano: 2011
Realizador: Simon Curtis
Classificação IMDb: 7.5/10
Nunca gostei muito da Marilyn Monroe, portanto, pouco sei sobre quem ela foi. O que faz com que eu não seja a melhor pessoa para criticar este filme. Achei o filme um pouco “vazio”. A nível de história, personagens, tudo. É um filme que esqueci assim que sai da sala. Acredito que Michelle Williams tenha uma boa interpretação, mas não me sinto confortável para a comentar, porque lá está, não sei como era a Marilyn Monroe. Fiquei desiludida, estava à espera de algo mais forte, mais intenso. Tive a sensação de que o filme contou muito pouco. Enfim, a não ser que sejam fãs da Marilyn Monroe ou da Michelle Williams, não aconselho. Mas esta é claro, apenas a minha opinião.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Sherlock Holmes: Jogo De Sombras
Titulo Original: Sherlock Holmes: A Game Of Shadows
Ano: 2011
Realizador: Guy Ritchie
Classificação IMDb: 7.7/10
Em primeiro lugar, já tinha saudades de ir ao cinema sozinha. Um hábito que tinha e com o tempo fui perdendo, mas ontem, lá peguei em mim às 23:40 e fui ver o “Sherlock Holmes” antes de me dedicar aos filmes dos Oscares! Pois tinha mesmo que ver este filme numa sala de cinema! Adorei o primeiro filme e fui ver este filme com uma mistura de entusiasmo e relutância. Entusiasmo porque adoro o Sherlock Holmes e tudo à sua volta, relutância porque gostei tanto do prmeiro filme, que tinha receio de me desiludir com a sequela. Bem, a verdade é que adorei. Gostei tanto deste como do primeiro. Sem dúvida, uma sequela à altura! A quimica entre Robert Downey Jr. e Jude Law é indiscutivelmente perfeita. Estes dois atores proporcionam-nos cenas hilariantes em que não conseguimos parar de sorrir enquanto as vemos. As cenas de ação estão muito boas e os efeitos visuais espantosos. A história é uma trama cheia de mistérios, muito interessante. Mas para mim, o ponto alto deste filme são os personagens, Sherlock Holmes e Dr. Watson. E os atores que os interpretam. Não me consigo cansar desta dupla. É perfeita!
A todos aqueles que gostaram do primeiro filme, aconselho a verem este.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Millennium 1 - Os Homens Que Odeiam As Mulheres
Titulo Original: The Girl With The Dragon Tattoo
Ano: 2011
Realizador: David Fincher
Atores: Daniel Craig, Rooney Mara e Christopher Plummer
Classificação IMDb: 8.2/10
WOW! É isto que eu gosto de sentir quando saio de uma sala de cinema. Satisfação total. A minha querida amiga Heloisa já tinha lido os livros de Stieg Larsson que inspiraram este filme há uns anos, e na altura, disse-me que esta a adorar, cheguei a ter um dos livros dela na mão, mas não me chamaram muito a atenção. Mas tenho agora a dizer, que este senhor, que faleceu em 2004, tinha uma mente brilhante. “Millennium 1- Os Homens Que Odeiam As Mulheres” é um filme muito intenso que nos prende completamente do primeiro ao último minuto. O argumento é muito bom, o mistério central mantem-nos interessados e atentos a qualquer pormenor do início ao fim, as cenas intensas, são REALMENTE intensas, os personagens estão super bem construídos e muito bem interpretados. Enfim, não tenho nada de negativo a apontar a este filme. Não gosto muito do Daniel Craig, nunca gostei, mas até ele me surpreendeu pela positiva com a sua interpretação de Mikael Blomkvist. Rooney Mara está absolutamente perfeita na sua interpretação da fantástica, inteligente, complicada e perturbada Lisbeth Salander. Surpreendeu tudo e todos. E teve uma (na minha opinião) merecida nomeação para o Oscar de Melhor Atriz. Não irá ganhar, quase de certeza, mas apenas a nomeação para uma atriz tão jovem que até este filme praticamente ninguém conhecia, já é em si um grande feito para Rooney.
David Fincher já não surpreende quando nos dá um filme deste calibre. Surpreenderia no dia em que nos apresentasse um filme inferior a excelente. Mas espero que isso nunca aconteça.
É claro que a minha amiga Heloisa quando saimos da sala de cinema me disse: “agora já queres ler os livros, não é?”, e a verdade é que… Sim! Agora quero ler os livros! =)
Ano: 2011
Realizador: David Fincher
Atores: Daniel Craig, Rooney Mara e Christopher Plummer
Classificação IMDb: 8.2/10
WOW! É isto que eu gosto de sentir quando saio de uma sala de cinema. Satisfação total. A minha querida amiga Heloisa já tinha lido os livros de Stieg Larsson que inspiraram este filme há uns anos, e na altura, disse-me que esta a adorar, cheguei a ter um dos livros dela na mão, mas não me chamaram muito a atenção. Mas tenho agora a dizer, que este senhor, que faleceu em 2004, tinha uma mente brilhante. “Millennium 1- Os Homens Que Odeiam As Mulheres” é um filme muito intenso que nos prende completamente do primeiro ao último minuto. O argumento é muito bom, o mistério central mantem-nos interessados e atentos a qualquer pormenor do início ao fim, as cenas intensas, são REALMENTE intensas, os personagens estão super bem construídos e muito bem interpretados. Enfim, não tenho nada de negativo a apontar a este filme. Não gosto muito do Daniel Craig, nunca gostei, mas até ele me surpreendeu pela positiva com a sua interpretação de Mikael Blomkvist. Rooney Mara está absolutamente perfeita na sua interpretação da fantástica, inteligente, complicada e perturbada Lisbeth Salander. Surpreendeu tudo e todos. E teve uma (na minha opinião) merecida nomeação para o Oscar de Melhor Atriz. Não irá ganhar, quase de certeza, mas apenas a nomeação para uma atriz tão jovem que até este filme praticamente ninguém conhecia, já é em si um grande feito para Rooney.
David Fincher já não surpreende quando nos dá um filme deste calibre. Surpreenderia no dia em que nos apresentasse um filme inferior a excelente. Mas espero que isso nunca aconteça.
É claro que a minha amiga Heloisa quando saimos da sala de cinema me disse: “agora já queres ler os livros, não é?”, e a verdade é que… Sim! Agora quero ler os livros! =)
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
E os nomeados aos Oscares de 2012 são:
Melhor Filme
“A Árvore da Vida”
“As Serviçais”
“Cavalo de Guerra”
“Extremamente Alto, Incrivelmente Perto”
“Hugo”
“Meia-Noite em Paris”
“Moneyball”
“O Artista”
“Os Descendentes”
“As Serviçais”
“Cavalo de Guerra”
“Extremamente Alto, Incrivelmente Perto”
“Hugo”
“Meia-Noite em Paris”
“Moneyball”
“O Artista”
“Os Descendentes”
Melhor Realizador
Alexander Payne (“Os Descendentes”)
Martin Scorsese (“Hugo”)
Michel Hazanavicius (“O Artista”)
Terrence Malick (“A Árvore da Vida”)
Woody Allen (“Meia-Noite em Paris”)
Martin Scorsese (“Hugo”)
Michel Hazanavicius (“O Artista”)
Terrence Malick (“A Árvore da Vida”)
Woody Allen (“Meia-Noite em Paris”)
Melhor Ator Principal
Brad Pitt (“Moneyball”)
Demián Bichir (“A Better Life”)
Gary Oldman (“A Toupeira”)
George Clooney (“Os Descendentes”)
Jean Dujardin (“O Artista”)
Demián Bichir (“A Better Life”)
Gary Oldman (“A Toupeira”)
George Clooney (“Os Descendentes”)
Jean Dujardin (“O Artista”)
Melhor Atriz Principal
Glenn Close (“Albert Nobbs”)
Meryl Streep (“A Dama de Ferro”)
Michelle Williams (“A Minha Semana com Marilyn”)
Rooney Mara (“Millenium 1: As mulheres que odeiam os homens”)
Viola Davis (“As Serviçais”)
Meryl Streep (“A Dama de Ferro”)
Michelle Williams (“A Minha Semana com Marilyn”)
Rooney Mara (“Millenium 1: As mulheres que odeiam os homens”)
Viola Davis (“As Serviçais”)
Melhor Ator Secundário
Christopher Plummer (“Assim é o Amor”)
Kenneth Branagh (“A Minha Semana com Marilyn”)
Jonah Hill (“Moneyball”)
Max von Sydow (“Extremamente Alto, Incrivelmente Perto”)
Nick Nolte (“Warrior – Combate entre Irmãos”)
Kenneth Branagh (“A Minha Semana com Marilyn”)
Jonah Hill (“Moneyball”)
Max von Sydow (“Extremamente Alto, Incrivelmente Perto”)
Nick Nolte (“Warrior – Combate entre Irmãos”)
Melhor Atriz Secundária
Bérénice Bejo (“O Artista”)
Janet McTeer (“Albert Nobbs”)
Jessica Chastain (“As Serviçais”)
Melissa McCarthy (“A Melhor Despedida de Solteira”)
Octavia Spencer (“As Serviçais”)
Janet McTeer (“Albert Nobbs”)
Jessica Chastain (“As Serviçais”)
Melissa McCarthy (“A Melhor Despedida de Solteira”)
Octavia Spencer (“As Serviçais”)
Melhor guião original
“A Melhor Despedida de Solteira” (Annie Mumolo, Kristen Wiig)
“Margin Call” (J.C. Chandor)
“Meia-Noite em Paris” (Woody Allen)
“O Artista” (Michel Hazanavicius)
“Uma Separação” (Asghar Farhadi)
“Margin Call” (J.C. Chandor)
“Meia-Noite em Paris” (Woody Allen)
“O Artista” (Michel Hazanavicius)
“Uma Separação” (Asghar Farhadi)
Melhor guião adaptado
“A Toupeira” (Bridget O´Connor, Peter Straughan)
“Hugo” (John Logan)
“Moneyball” (Steven Zailian, Aaron Sorkin; Stan Chervin)
“Os Descendentes” (Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash)
“Os Idos de Março” (George Clooney, Grant Heslov e Beau Willimon)
“Hugo” (John Logan)
“Moneyball” (Steven Zailian, Aaron Sorkin; Stan Chervin)
“Os Descendentes” (Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash)
“Os Idos de Março” (George Clooney, Grant Heslov e Beau Willimon)
Melhor filme em língua estrangeira
“A Separation” (Irão)
“Bullhead” (Bélgica)
“Footnote” (Israel)
“In Darkness” (Polónia)
“Monsieur Lazhar” (Canadá)
“Bullhead” (Bélgica)
“Footnote” (Israel)
“In Darkness” (Polónia)
“Monsieur Lazhar” (Canadá)
Melhor Filme de Animação
“A Cat in Paris”
“Chico & Rita”
“Kong Fu Panda 2”
“O Gato das Botas”
“Rango”
“Chico & Rita”
“Kong Fu Panda 2”
“O Gato das Botas”
“Rango”
Melhor Filme de Animação em Curta-metragem
“A Morning Stroll”
“Dimanche/Sunday”
“La Luna”
“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”
“Wild Life”
“Dimanche/Sunday”
“La Luna”
“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”
“Wild Life”
Curta-Metragem (live action)
“Pentecost”
“Raju”
“The Shore”
“Time Freak”
“Tuba Atlantic”
“Raju”
“The Shore”
“Time Freak”
“Tuba Atlantic”
Melhor Documentário
“If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front”
“Hell and Back Again”
“Paradise Lost 3: Purgatory”
“Pina”
“Undefeated”
“Hell and Back Again”
“Paradise Lost 3: Purgatory”
“Pina”
“Undefeated”
Melhor Documentário em Curta-metragem
“God is the Bigger Elvis”
“Incident in New Baghdad”
“Saving Face”
“The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement”
“The Tsunami and the Cherry Blossom”
“Incident in New Baghdad”
“Saving Face”
“The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement”
“The Tsunami and the Cherry Blossom”
Melhor Cineasta
“A Árvore da Vida”
“Cavalo de Guerra”
“Hugo”
“Millenium 1: Os Homens que Odeiam as Mulheres”
“O Artista”
“Cavalo de Guerra”
“Hugo”
“Millenium 1: Os Homens que Odeiam as Mulheres”
“O Artista”
Melhor Edição
“Hugo”
“Millenium 1: Os Homens que Odeiam as Mulheres”
“Moneyball”
“O Artista”
“Os Descendentes”
“Millenium 1: Os Homens que Odeiam as Mulheres”
“Moneyball”
“O Artista”
“Os Descendentes”
Melhores Efeitos Visuais
“Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2”
“Hugo”
“O Planeta dos Macacos”
“Puro Aço”
“Transformers 3”
“Hugo”
“O Planeta dos Macacos”
“Puro Aço”
“Transformers 3”
Melhor Banda Sonora Original
“A Toupeira”
“As Aventuras de Tintin”
“Cavalo de Guerra”
“Hugo”
“O Artista”
“As Aventuras de Tintin”
“Cavalo de Guerra”
“Hugo”
“O Artista”
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O Deus Da Carnificina (Carnage)
Ano: 2011
Realizador: Roman Polanski
Classificação IMDb: 7.6/10
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Há Dias De Azar (Lucky Number Slevin)
Ano: 2006
Realizador: Paul McGuigan
Classificação IMDb: 7.8/10
Já tinha visto este filme mais do que uma vez, mas um dia destes estava a dar no Canal Hollywood… E pronto! Lá vi o filme mais uma vez!
“Há Dias De Azar” (Lucky Number Slevin) é um filme que eu adoro! Por pouco que não o pus no meu “All Time Favorites” (ver lá em cima). Acho mesmo um filme extraordinário, que nos mantém 100% interessados desde o primeiro minuto e com um final que nos corta a respiração! Os atores e as respetivas interpretações, mais uma vez extraordinárias! Destaco Morgan Freeman e Sir Ben Kingsley que são, pronto, sempre fantásticos. Mas Bruce Willis, Josh Hartnett, Lucy Liu e Stanley Tucci também estão excelentes… Os personagens são muito bons e o enredo é brilhante. Algumas cenas de ação e cenas de comédia… Enfim, quem não viu este filme, aconselho mesmo a ver, porque não irá ficar dececionado! Eu, foi a terceira vez que vi, e espero ver mais uma ou duas vezes!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Martha Marcy May Marlene
Ano: 2011
Realizador: Sean Durkin
Classificação IMDb: 7.6/10
O primeiro filme que vi em 2012! Já o vi na quinta feira mas ainda não tive tempo de escrever aqui no blog!
“Martha Marcy May Marlene” foi um filme que me surpreendeu pela negativa e pela positiva. Pela negativa porque estava à espera de algo mais intenso e com mais “andamento”. E pela positiva porque não estava à espera de uma história tão interessante, perturbadora e bem interpretada. O filme conta uma história que nos perturba e nos deixa a pensar muito depois de termos abandonado a sala. Elizabeth Olsen surpreende com uma exelente interpretação. Eu nem sabia que as gémeas Olsen tinham uma irmã mais nova, e de repente surge esta promissora rapariga com um talento muito superior ao das duas irmãs juntas! John Hawkes também está excelente. O filme é parado, mas sem nunca perder o interesse. Não o aconselho a toda a gente. Só a quem gosta de dramas deste género. Aqueles que gostam de ação e andamento, não vale a pena irem ver este filme.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
As Regras Da Atracção (The Rules Of Attraction)
Ano: 2002
Realizador: Roger Avary
Classificação IMDb: 6.7/10
Bem... "As Regras Da Atracção" foi o último filme que vi em 2011. E, para dizer a verdade, acho que até saí "com estilo". Um filme estranho, muito estranho. Com muito sexo e muita droga. Para dizer a verdade, não acho que o filme tenha grande história, mas tem personagens interessantes e bem construídos. Uma pequena curiosidade que acho muito interessante neste filme, é que o personagem principal, Sean Bateman, é o irmão mais novo do personagem principal do filme "American Psycho", Patrick Bateman, protagonizado por Christian Bale. Ambos os filmes são adaptações de obras do escritor Bret Easton Ellis e este afirma que os dois personagens são irmãos. Em "As Regras Da Atracção" vemos Sean mencionar Patrick (muito subtilmente) duas vezes ao longo do filme.
Apesar de não ter muito a dizer sobre este filme, é um filme que aconselho, pois é sem dúvida um filme muito original e diferente. Até os créditos finais são ao contrário!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
2 mesinhos em "Movieland"!
2 meses, 10 seguidores e 779 visitas...
Quero apenas deixar um obrigada a todos os que ajudaram o "arranque" deste blogue nestes dois meses.
Quero também desejar um excelente 2012 a todos.
Quero também desejar um excelente 2012 a todos.
Deixo aqui os filmes que mais anseio ver em 2012:
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Drive
Ano: 2011
Realizador: Nicolas Winding Refn
Classificação IMDb: 8.2/10
Ora hoje fui ver o tão falado "Drive" com o tão falado Ryan Gosling. Só tenho a dizer bem, mas infelizmente acho que nem toda a gente vai gostar deste filme. É um filme com uma história simples, mas muito bem contada. Não tem um grande enredo, mas deixa-nos interessados do início ao fim. Eu fiquei colada do inicio ao fim, mas quem vai ver este filme a pensar que vai ver mais um "Fast & Furious" carregado de adrenalina e cenas de ação, vai ficar desiludido. "Drive" não é um filme de ação, é um drama. Tem algumas cenas de ação, mas muito poucas. Atenção que apesar de ter poucas cenas de ação, o filme tem algumas cenas bastante violentas. O filme não passou despercebido no Festival de Cannes onde foi nomeado para a Palma De Ouro e ganhou o prémio para maior realizador. Gostava que o filme fosse considerado pela Academia para uns quantos prémios, mas não sei... Vamos esperar para ver. Ryan Gosling está no seu melhor assim como todo o elenco. Eu gostei. Muito. Mas, quem não gosta de dramas e filmes com um andamento um pouco lento, não deve ir ver este filme. Porque depois vai dizer que não gostou e que o filme é mau, etc, e o filme não merece tais críticas. Porque o filme está muito bom, muito bem realizado e muito bem interpretado. E a história, é uma simples, mas interessante história.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Um Método Perigoso (A Dangerous Method)
Ano: 2011
Realizador: David Cronenberg
Classificação IMDb: 7.1/10
Ai... Não sei se hei de escrever bem, se hei de escrever mal deste "Um Método Perigoso"... Quando saio de uma sala de cinema e apenas digo, "foi giro", não é bom sinal... "Um Método Perigoso" é um filme com um argumento e história muito interessante, mas que, na minha opinião podia (e devia) ter sido feito de uma maneira tão diferente... Quando ouvi os nomes "Sigmund Freud" e " Carl Jung", pensei que ia ver algo muito diferente, talvez mais complexo, não sei... A verdade é que o filme tem realmente diálogos bastante complexos entre Freud e Jung, mas a história em si, é bastante simples, e, na minha opinião, um pouco "mal contada". Acho que nem a psicanálise, que é principalmente sobre o que o filme se trata, ficou muito bem explicada... Enfim, ou eu sou "burra" e não percebi bem o objetivo do filme, ou então o filme não cumpriu, de fato, o seu objetivo... Foi o primeiro filme de David Cronenberg que vi, e, não fiquei fã. A nível de interpretações, Michael Fassbender e Viggo Mortensen estão muito bem, assim como Vincent Cassel, apesar de ter um papel muito secundário. Keira Knightley, para mim, é um dos pontos baixos do filme, no início do filme em que faz de louca, chegou a fazer-me impressão e a incomodar-me. Pode haver quem diga que ela tem uma boa interpretação, mas eu discordo, acho que está completamente exagerada e nada credível. Acho que apesar de a personagem ser louca e doente, é suposto "conquistar-nos", de alguma maneira, fazer com que sinta-mos empatia por ela. E Keira Knightley, não conseguiu (pelo menos) a minha empatia, apenas repulsa. Não me convenceu. Nada mesmo. E eu até gosto dela. Mas neste filme, não.
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